Dez secretários não tiveram salários parcelados; remuneração chega a R$ 37 mil

Apesar de atuarem no Poder Executivo, dez secretários receberam salários integrais referentes ao mês de agosto. São eles: Márcio Biolchi (Casa Civil), Ernani Polo (Agricultura), Vieira da Cunha (Educação)*, Giovani Feltes (Fazenda), Gerson Burmann (Obras), Lucas Redecker (Minas e Energia), Pedro Westphallen (Transportes), Fábio Branco (Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia), Miki Breier (Trabalho) e Cesar Faccioli* (Justiça e Direitos Humanos). Isso é possível porque os secretários recebem suas remunerações por outras fontes pagadoras, que não o Poder Executivo. Entre elas: a Câmara dos Deputados, a Assembleia Legislativa e o Ministério Público.

À frente do anúncio do parcelamento, os secretários da Fazenda, Giovani Feltes, e da Casa Civil, Márcio Biolchi, receberam vencimentos brutos de R$ 33.763,00. O salário corresponde ao vencimento de um deputado federal. Feltes e Biolchi foram eleitos pelo PMDB. Já os secretários Ernani Polo (Agricultura), Gerson Burmann (Obras), Lucas Redecker (Minas e Energia), Pedro Westphalen (Transportes) e Miki Breier (Trabalho) e Fábio Branco (Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia) recebem salários pela Assembleia Legislativa. Eles ganharam, do Poder Legislativo, salários de R$ 25.322,25. O caso dos procuradores César Faccioli (Direitos Humanos) e Vieira da Cunha (Educação) é diferente. Eles recebem pelo Poder Executivo o valor de R$ 11.395,01 (bruto). Este salário foi parcelado. No entanto, também constam na folha de pagamento do Ministério Público, com vencimento de R$ 37.462,65 (bruto) e R$ 37.901,40 (bruto), respectivamente. O governador José Ivo Sartori teve o seu salário parcelado. No entanto, como recebe por duas matrículas (como governador e mais uma aposentadoria pelo período em que foi deputado), o valor foi de R$ 1.200,00 (duas matrículas).

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