Diretores da Electra visitam Ceriluz para ver detalhes do contrato de suprimento de energia

O presidente da Ceriluz, Iloir de Pauli, acompanhado de diretores e colaboradores da cooperativa, recebeu na tarde de quinta-feira, 13 de maio, a visita do diretor presidente do Grupo Electra, Cláudio Fabiano Alves, e do superintendente de projetos especiais, Guilherme Zimmer. O objetivo da reunião foi tratar do contrato de fornecimento de energia para a Cooperativa a partir de agosto de 2021, pela Electra Comercializadora de Energia Ltda., empresa vencedora do leilão de compra realizado pela Ceriluz no dia 05 de maio de 2020. “A ideia da visita foi alinhar os últimos procedimentos com relação ao início do suprimento de energia. Existe uma série de procedimentos operacionais, no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica [CCEE], na própria Aneel, e nós estamos aqui para fazer esse alinhamento final para o suprimento de energia a partir de primeiro de agosto de 2021”, explica Alves.

Por meio do leilão, a Cooperativa garantiu um valor de compra de energia de R$138,38 o Megawatts (MW), uma redução significativa, considerando que atualmente a Ceriluz adquire a energia da RGE ao preço de R$194,00 o MW. O contrato é válido até dezembro de 2040. “Acho que foi um dos melhores resultados dos certames de leilão de permissionárias que nós tivemos até o momento. Ele está dentro de uma prática de contratação de longo prazo […] onde os preços tendem a ser muito competitivos. Se espera que a Ceriluz e seus associados venham a se beneficiar bastante com esse preço diferenciado”, afirma o diretor presidente da comercializadora.

O presidente Iloir de Pauli reforça que é um momento importante, de ajustes entre as partes, para viabilizar o início da compra de energia da comercializadora. “Todos os detalhes precisam ser acertados, até porque nosso reajuste tarifário tradicionalmente ocorre em julho e nossa expectativa é de apresentarmos uma tarifa ainda mais justa aos nossos associados, a partir de agosto”, avalia.

Os leilões de energia estão sendo uma alternativa que as permissionárias estão adotando para reduzir suas tarifas, uma vez que as ações junto aos órgãos reguladores não vêm surtindo resultados, uma vez que a retirada de subsídios vem igualando as tarifas das permissionárias às das distribuidoras, mesmo as cooperativas atendendo ao público rural, de difícil acesso e maiores distâncias.

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