Filho acusado de matar a mãe é condenado a 18 anos de prisão

Acusado de matar a mãe é condenado a cumprir 18 anos de prisão

O julgamento de Wiliam Dornelles Rhoden, acusado de assassinar a própria mãe com golpes de facão em setembro de 2017, aconteceu hoje com inicio as 9h30min e termino as 17h15min no Fórum de Catuípe o réu foi condenado a cumprir pena de 18 anos de prisão. Atuou na acusação a Promotora de Justiça em substituição na Comarca Dra. Tânia Maria Schneider Cavalini, e na defesa, Dr. Guilherme Espíndola Kuhn a Exma. Juíza de Direito desta Comarca, Dra. Rosmeri Oesterreich Krüger preside os trabalhos.
Vanilde Fatima Dornelles, de 45 anos, que vivia no bairro Operário, foi encontrada pelo marido já sem vida no banheiro, ao seu lado estava um facão com marcas de sangue.
Wiliam Dorneles alegou para os policiais que a mãe tinha cometido suicídio, e depois tentou apresentar um álibi que foi identificado como falso pela polícia.
"Ele disse que a mãe tinha se matado, algo que seria impossível em virtude dos tamanhos do corte. Ele era a única pessoa que estava com ela na hora do crime, e depois ainda apresentou um álibi dizendo que estava com a namorada na hora do crime, mas os horários não batiam", afirmou o delegado da época, Ricardo Miron, que registrou a ocorrência.
Durante o trabalho dos peritos, e pelos depoimentos prestados na delegacia, ficou constatada a suspeita de o único filho do casal ser o autor do crime. Ele foi detido em prisão preventiva, em outras ocasiões a vítima já havia registrado ocorrência por ameaça do jovem, mesmo após condenação ele negou as acusações e fala que sua consciência esta limpa.
Na época, apontado pela Polícia como autor do crime, o réu foi preso preventivamente, ele então respondia por homicídio qualificado – motivo fútil. 
A defesa do réu foi realizada pelo Escritório Modelo da Escola de Criminalistas, com atuação em plenário dos criminalistas Guilherme Kuhn e José Paulo Schneider.
Escritório Modelo da Escola de Criminalistas: O Escritório Modelo é um projeto de assistência jurídica aos sujeitos acusados pela prática de supostos crimes dolosos contra a vida, que, por serem hipossuficientes, não apresentam condições de arcar com um Advogado particular. O Escritório Modelo da Escola de Criminalistas almeja não somente propiciar uma justiça social, atuando GRATUITAMENTE na defesa das pessoas que se encontram em situações críticas, como também apresenta um aspecto educacional, vez que os alunos da Escola de Criminalistas acompanharão e aprenderão com a atuação dos Advogados integrantes do Escritório Modelo, que traz consigo, como valores basilares, a ética, a lealdade processual, a combatividade, a técnica e o respeito. Além disso, fazem parte do Escritório Modelo os seguintes Criminalistas: Jader Marques, Felipe Geitens, Guilherme Hoffmeister, Juliana Leopardo, Marçal Carvalho, Melani Feldmann, Diander Rocha e Richard Noguera, todos comprometidos com a plenitude do direito de defesa, com a assistência jurídica e com a justiça social.

 

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