Governo do RS anuncia construção de três novos presídios no Estado

O governador José Ivo Sartori anunciou, na manhã desta segunda-feira (12), medidas para o sistema penitenciário gaúcho. Conforme o governador, três presídios serão construídos no Rio Grande do Sul, além de um centro de triagem em Porto Alegre. Ao todo, serão 924 novas vagas em penitenciárias.

Charqueadas terá um presídio federal de segurança máxima, em área de 25 hectares, próximo à RS-401. A capacidade será para 208 apenados, de alta periculosidade. O investimento estimado no complexo é de R$ 40 milhões e é resultado da adesão ao Plano Nacional de Segurança Pública.

Sartori também confirmou a construção de presídio estadual em Viamão, com capacidade para 430 lugares, em área de 10 hectares. Os R$ 26 milhões das obras serão custeados com recursos federais e já estão depositados nos cofres do Estado.

O terceiro presídio anunciado pelo governador será em Alegrete. Em processo de licitação, o complexo estadual terá custo de R$ 16,5 milhões e será financiado pelo Estado e pela União. Com capacidade para 286 apenados, o lugar ficará em uma área de 10 hectares, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal.

Já o centro de triagem da Capital poderá abrigar 96 detidos. O investimento será de R$ 2,9 milhões, com recursos do Estado. O centro ficará em área anexa à Cadeia Pública de Porto Alegre e, segundo Schirmer, substituirá o ônibus-cela Trovão Azul.

— Não podemos descansar nem recuar. O enfrentamento da criminalidade precisa desse esforço diário, constante e concreto — disse o governador durante a coletiva de imprensa.

Sobre a Penitenciária Estadual de Canoas, Sartori disse que uma galeria com cerca de 150 vagas deve ser aberta em 60 dias. 

— É sempre bom lembrar que a Segurança Pública foi a única que recebeu reajuste no orçamento de 2017, de 19% — disse Sartori.

O governador afirmou também que até o final de 2017, mais quatro mil profissionais ingressarão na Segurança Pública no Estado. 

— Nenhum município do Interior ficará descoberto nesse processo — apontou Sartori.

GAÚCHA E ZERO HORA

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