Governo do RS começa a pagar folha de agosto dos servidores estaduais nesta segunda-feira

O Tesouro do Estado começa a pagar a folha de agosto nesta segunda-feira (31). O primeiro depósito será para o grupo de servidores que recebe salário líquido de até R$ 1,5 mil, o que garante a quitação de 25% dos vínculos.

No mesmo dia, será paga uma parcela de R$ 900 a todos os servidores que tenham salário líquido acima desta faixa. Também está confirmado o pagamento da oitava parcela do 13º salário de 2019.

O pagamento seguinte está previsto para dia 10 de setembro, no valor de R$ 1,3 mil, quitando a folha para salários líquidos até R$ 2,2 mil (48% dos vínculos).

A quitação total está prevista para o dia 11 de setembro. (Veja o cronograma)

Cronograma de pagamento da folha de agosto de 2020 — Foto: Tesouro do RS/Divulgação

Cronograma de pagamento da folha de agosto de 2020 — Foto: Tesouro do RS/Divulgação

No dia 1º, o Rio Grande do Sul recebe a quarta parcela dos recursos federais oriundos da Lei Complementar de suporte aos estados nos meses mais agudos da pandemia. Além disso, segundo o governo estadual, o pagamento total da folha em 11 dias reflete a evolução de indicadores de retomada da atividade econômica.

De acordo com o último boletim da Receita Estadual, as análises indicam variação positiva nas vendas da indústria, do atacado e do varejo pela segunda quinzena consecutiva em comparação com os períodos equivalentes de 2019.

A receita do ICMS deverá fechar agosto em R$ 200 milhões acima da previsão feita no final do mês passado. Em relação a agosto de 2019, os dados preliminares do ICMS no mês indicam crescimento nominal de 3,7%, acima da inflação de 2,4% em 12 meses.

Conforme o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, este é o primeiro mês desde março em que há crescimento sobre a receita de igual mês do ano anterior.

“A previsão para setembro é de arrecadação de ICMS estável em relação a agosto, totalizando R$ 3 bilhões. Esse cenário nos fez voltar a um calendário próximo ao que tínhamos antes da crise. Ainda seguimos com graves problemas financeiros, mas em todo esse período mais agudo, o controle de gastos e as reformas aprovadas pela Assembleia garantiram redução das despesas totais, permitindo que tenhamos administrado o pagamento da folha bem como o atendimento das necessidades da saúde e a manutenção dos serviços essenciais”, avalia.

SES

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