IGP sustenta que mãe de Bernardo escreveu carta de despedida

O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) concluiu que a carta encontrada após a morte da mãe de Bernardo Boldrini, Odilaine Uglione, foi realmente escrita por ela. Conforme o diretor do Departamento Médico Legal (DML), foram comparadas quase todas as letras do alfabeto e a conclusão não deixa menor dúvida de que trata-se da letra de Odilaine.



Odilaine Uglione foi encontrada morta dentro do escritório médico de Leandro Boldrini em 2010 na cidade de Três Passos. A reabertura do inquérito foi determinada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) no final de maio. A decisão foi do juiz Marcos Luís Agostini, da 1ª Vara Judicial da Comarca de Três Passos, e atendeu ao pedido do Ministério Público. De acordo com o juiz, os elementos e fundamentos apresentados foram suficientes.



Um laudo particular feito a pedido da família apontou que a carta não havia sido escrita por Odilaine, o que o laudo do IGP agora contraria. 



Sobre a análise de DNA feita com o material encontrado nas unhas de Odilaine, que poderia apontar para a existência de uma luta antes da morte, o laudo foi inconclusivo. Ainda resta a análise do trabalho da reconstituição da morte de Odilaine, que foi realizada no último dia 16.

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