Nove casas prisionais do Rio Grande do Sul estão sem monitoramento interno através de câmeras de segurança. O contrato com a empresa responsável pelo serviço terminou em janeiro deste ano e não foi renovado pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Também não foi providenciado a tempo um novo contrato para evitar a paralisação do controle dos presos pelos equipamentos.
Em nota, a Susepe afirma que está "analisando a possibilidade de contratação emergencial para o serviço de monitoramento por câmeras, com posterior processo de licitação, com vistas à contratação do serviço por outra empresa".
Por razões de segurança, as unidades sem câmeras não foram informadas. A Superintendência não informou também por que não renovou o contrato, nem por que não providenciou outro acordo a tempo de evitar a interrupção do serviço.
GAÚCHA