PADRE ROQUE COMEMORA 50 ANOS DE SACERDÓCIO

PADRE ROQUE COMEMORA 50 ANOS DE BATINA EM CATUÍPE, QUINTA-FEIRA DIA 15 AS 19 HORAS CELEBRANDO A MISSA EM CATUÍPE.  ELE CONCEDEU ENTREVISTA A RÁDIO ÁGUAS CLARAS ONDEM FALOU SOBRE SUA TRAGETÓRIA RELIGIOSA E POLITICA.

Roque Zimmermann nasceu em Santo Cristo (RS) no dia 15 de dezembro de 1939, filho de Eugênio Matias Zimmermann e Agnes Catarina Zimmermann.

Padre da Congregação Missionária Sagrada Família, entre 1960 e 1962 estudou filosofia no Seminário São José, em Passo Fundo (RS). Em 1961 iniciou o curso de letras na Universidade de Passo Fundo, interrompido no ano seguinte. Em 1963, transferiu-se para a Itália e dedicou-se ao estudo de teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, formando-se em 1967. Durante o ano de 1965, matriculou-se no Instituto Goethe, em Boppard (Alemanha), para aperfeiçoar-se na lingua alemã. De volta ao Brasil, em 1968, retornou para o curso de letras, diplomando-se no ano seguinte. Em 1984, ingressou no mestrado em ciências da Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo. Dois anos depois recebeu o título. No período de 1971 a 1977 foi pároco em Catuípe atuando na Paroquia Santo Antônio.

Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 1987 e dois anos depois tornou-se membro da diretoria do Sindicato dos Professores de Ensino Superior de Ponta Grossa (PR), onde atuou até 1992. Durante o ano de 1990 foi membro da executiva e do diretório municipal do PT daquela cidade e, em 1992, do diretório estadual do Paraná.

Em outubro de 1994, Padre Roque elegeu-se deputado federal, tendo como reduto eleitoral Ponta Grossa e municípios vizinhos. Empossado em janeiro de 1995, passou a integrar, como membro titular, a Comissão de Agricultura e Política Rural.

Em outubro de 1998 foi reeleito deputado federal. Nesta legislatura, foi ainda coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Agricultura Familiar, vice-líder do PT na Câmara dos Deputados entre 1999 e 2001, vice-presidente da comissão de Direitos Humanos, e titular nas comissões de Agricultura e Política Rural, de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de Desenvolvimento Urbano e Interior e de Educação, Cultura e Desporto.

No pleito de outubro de 2002, candidatou-se a governador do Paraná em coligação composta por PT, PCB, PCdoB, PHS e PL. Todavia não conseguiu eleger-se, obtendo 842.399 votos (16,4% dos votos válidos) e ficando em quarto lugar no primeiro turno das eleições.

Após derrota, foi convidado pelo governador eleito Roberto Requião para assumir a secretária do Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná, sendo o único petista a ocupar um cargo de primeiro escalação no novo governo apesar do apoio da legenda ter sido decisivo para a vitória do ex-senador peemedebista no segundo turno das eleições. Deixou o mandato de deputado federal e exerceu o cargo de janeiro de 2003 até março de 2006 quando licenciou-se da secretaria para candidatar-se ao mandato de deputado estadual pelo PT.

 

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