Para igualar salário do magistério ao piso, RS terá gasto extra de R$ 47 milhões em 2017

Depois de o governo federal ter anunciado, nesta quinta-feira, reajuste de 7,64% no piso pago aos professores de escolas públicas da educação básica no país — dos atuais R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80 —, o governo do Rio Grande do Sul não assegurou a alteração nos salários dos servidores gaúchos. A Secretaria da Educação informou, por meio de nota, que a Secretaria da Fazenda avalia o impacto da mudança para ver se conseguirá pagar a correção que garante a adequação ao piso nacional.

No Estado, atualmente, mais de 30 mil professores têm seus vencimentos abaixo do que prevê o Planalto, de acordo com a Fazenda. Para garantir que o salário desses docentes tenha o valor previsto, o Piratini acrescenta um abono chamado de completivo, em vez de aplicar o reajuste para todos os professores.

Com o novo aumento, o governo estadual terá de desembolsar R$ 190 milhões para assegurar o acréscimo nos vencimentos dos 31.825 professores que recebem o abono, o que gera impacto de R$ 47 milhões nas contas do Estado em relação ao ano anterior, calculou a Secretaria da Fazenda.

Leia a reportagem completa em Zero Hora.

ZERO HORA

voltar
© Copyright 2019