Renato minimiza demissões e nega existência de crise no Grêmio

O técnico Renato Portaluppi falou pela primeira vez em 2020. Após um período de férias e de licença médica por conta de um procedimento cirúrgico no coração, o comandante respondeu às questões para a imprensa na tarde desta terça-feira, após o último treino e às vésperas da estreia contra o Caxias, no Campeonato Gaúcho, nesta quarta-feira, na Arena.

Em uma entrevista de mais de meia hora, falou sobre questões dentro e fora de campo. Renato rechaçou uma possível crise no Grêmio, revelou conversas com Kannemann e Jean Pyerre, e tratou como normais as demissões recentes, dizendo que são “coisas do futebol”, e que ocorrem em todas as empresas.

Renato frisou que as decisões foram tomadas pela presidência e por outros responsáveis pelo clube, respeitando a hierarquia, mas afirmou ter sido informado de todas as trocas. “Futebol é assim mesmo. Não tem crise. Não pode querer achar minhoca no asfalto. Os resultados estão aí”, pontuou.

A declaração do zagueiro Kannemann, ainda na ausência de Renato, durante as férias do treinador no Rio, também repercutiram. Renato disse que a situação também está “sob controle”, e que o jogador interpretou as decisões de maneira errada. “Somos pagos para trabalhar e dar resultados para o clube. Não temos que ficar opinando. Esses assuntos estão todos esquecidos. Meu grupo está preparado para a estreia amanhã”, resumiu.

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