Nesta sexta-feira (2), Dia de Mobilização Nacional contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e vírus da zika, autoridades participaram de uma reunião em Porto Alegre para debater as ações que são realizadas no Rio Grande do Sul. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, esteve presente.
A reunião contou com vídeoconferência com a participação do presidente Michel Temer e de outros quatro governadores, além do gaúcho José Ivo Sartori.
O governo federal aproveitou a ocasião para entregar as chaves de três veículos Doblôs ao governo gaúcho, que serão usados, exclusivamente, nas ações de combate ao mosquito.
Em sua manifestação, o secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis, ressaltou maior preocupação com a chikungunya neste ano.
Conforme dados apresentados na reunião, são 69 casos confirmados em 2016, sendo três deles autóctones (contraídos dentro do estado). Em 2015, os casos registrados eram todos de fora do estado.
"A chikungunya provavelmente é a que vai nos trazer maior preocupação daqui para frente", afirmou o secretário. Os casos autóctones ocorreram em Ibirubá, Alegrete e Ijuí.A preocupação maior com a febre chikungunya está relacionada aos prejuízos que ela traz a quem é infectado, pois, segundo Gabbardo, trata-se de uma doença incapacitante. Além disso, a área epidemiológica do Ministério da Saúde prevê um aumento do número de casos da doença no Sul do país, devido a um movimento que vem descendo do Norte, passando pela Região Sudeste e tende a chegar ao Rio Grande do Sul.
G1
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