Toda a população do RS com mais de 18 anos deverá ser vacinada até setembro

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 02/06/2021 - O governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), lançou, nesta quarta-feira (2/6), o Programa de Capacitação de Agentes Municipais de Desenvolvimento. Fotos: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Cálculos feitos pela Secretaria da Saúde a partir de projeções do envio de remessas de vacinas contra a Covid-19 anunciadas pelo Ministério da Saúde indicam que será possível, até setembro, imunizar todos os integrantes dos grupos de maior vulnerabilidade e dos trabalhadores da educação e ainda vacinar, com a primeira dose, até o público dos 18 anos. Até dezembro, a previsão é completar, com a segunda dose (D2), o esquema vacinal de todos os imunizados.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador Eduardo Leite destacou a boa notícia. “Temos, sim, a perspectiva de poder vacinar toda a população adulta do RS até o final do mês de setembro com a primeira dose. O RS é o Estado que mais vacina sua população. Estamos sempre no topo do ranking e somos o Estado que tem maior percentual da população com as duas doses da vacina. Essa é uma corrida em que todos ganham, e no Rio Grande do Sul, vamos continuar trabalhando para proteger sempre a nossa população”, enfatiza Leite.

Vacinas recebidas até 3JUN21

De acordo com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, o governo tem expectativa de que o Ministério da Saúde seja regular no envio das remessas e cumpra o calendário anunciado. “Estamos mobilizados para continuar na distribuição ágil de todas as remessas, e os municípios seguem comprometidos de que não podemos deixar doses paradas nos postos, dinâmica que nos permite estar sempre no topo do ranking da vacinação no país. É fundamental que possamos cumprir esse cronograma para protegermos a população”, afirma Arita Bergmann.

Para o presidente do Conselho das Secretarias Municipais da Saúde (Cosems/RS), Maicon Lemos, o avanço da imunização no Estado será capaz de reduzir os casos graves da doença e impactar nas taxas de ocupação de leitos de UTI e enfermaria da rede de saúde, que atingem índices preocupantes. “Se garantidas as entregas de vacinas, os municípios gaúchos estão prontos para continuar imunizando em ritmo acelerado”, afirma Lemos.

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